Não, não é bairrismo descabido, desmedido, sem razão.
É, talvez, apenas uma música e letras sentidas, que ecoam no peito com um orgulho despretensioso e transformam num sorriso aquela lágrima pequenina.
É, talvez, apenas uma música sem dono e com tantas vozes quantas os corações da minha cidade.
É, talvez, apenas uma letra que, outra e outra vez, deixa novos e velhos sem outras palavras naquela sala de rostos iluminados e, que por um momento, esquece diferenças e disputas.
É, apenas, Porto Sentido.