Queria mudar esta vida e não posso. Queria dormir de outra maneira e não posso. Fico com um punhado de letras não escritas, desinteressantes para toda a gente e sem significado para ninguém. Fecho o livro da saudade do que não existe ou do desalento triste do que é, para pessoa alguma espreitar as linhas lagrimais aí dormentes. Para só eu ver e mais ninguém chorar.
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